Don’t Break My Heart

5 fev

Aidan: YOU BROKE MY HEART!

Sabemos que na vida alguém, algum dia irá quebrar seu coração em pedacinhos tão pequenos que você achará que não tem como juntar tudo novamente. Mas tem! Quem já passou por isso sabe que tem. Mesmo ele ali, fraquinho e cheio de remendos ele irá funcionar novamente e quem sabe até se quebrar novamente, e assim, mais uma vez se reconstituirá.

Pois bem, eu já tive meu coração quebrado algumas vezes. Lógico que quando eu tinha 12 anos e achava que ia morrer de amor por um garotinho da escola que tinha uma namorada, mas eu jurava que ele também sentia alguma coisa por mim, aqui passou depois de um coração quebrado. De leve, mas nossa como doeu e eu achava que aquela era a pior dor do mundo. Mal sabia eu no auge da minha inocência pré-adolescente que anos mais tarde tudo ia piorar. Depois daquela vez o coitado do meu coração só sofreu mais e mais e cada vez mais.

Sabemos também que, se alguém quebrou o nosso coração, significa que provavelmente já quebramos o coração de alguém. Bom, eu sabia que isso já tinha acontecido com alguns poucos carinhas que passaram pela minha vida nesses longos anos de paixonites, amizades e romances, mas nunca foi algo dito em alto e bom som – ou pelo MSN mesmo. Achar que alguém está triste ou coisa do tipo por você não querer mais que uma amizade é uma coisa, agora quando o mesmo diz isso pra você… Nossa, eu fiquei bem mexida. Não foi pena, porque eu não mudaria nada do que aconteceu entre ele e eu. Não era pra ser, ainda mais como foi, talvez em outra situação e ele mudando muito a forma dele de pensar e de me julgar… Mas a questão não é essa, a questão é: Eu já quebrei o coração de alguém. E saber disso me fez pensar nos que quebraram o meu coração. Eu sou igual a eles ou eles igual a mim? Porque sempre julgamos mal quem quebra nosso coração, e sei que ele me julgou mal, ele teve raiva de mim assim como eu tive de quem quebrou o meu coração. Mas eu também sei que o que eu fiz não foi por mal, eu não queria magoar ninguém, só aconteceu. Eu não tive culpa se ele se apegou demais a mim, se ele se apaixonou e criou expectativas em cima de uma relação que estava apenas dando os primeiros passos tímidos. Eu não tenho culpa. Mas por que eu culpo quem quebrou o meu coração? Vai ver a pessoa estava na mesma situação que eu estava, se sentindo sufocado por outra pessoa que queria muito mais você. Não estou defendendo os “quebradores de corações”, ainda mais os que quebraram o meu, só não quero ser igual a eles. Talvez a diferença esteja aí. Olha eu escrevendo um texto por me sentir culpada por um coração que eu parti há dois anos. Aposto que quem partiu o meu – além de não saber que me fez chorar por alguns dias e que ainda tenho raiva dentro de mim, porque sei perdoar, mas não sei esquecer – não deve se sentir nem um pouco mal por isso.

Sabe o filme da “500 days Of Summer”, depois dessa conversa de semana passada pude entender o porque ele dizia que quando via o filme lembrava-se de mim. Eu era a Summer dele. Ele era um Tom apaixonado por uma Summer que não queria nada além de uma amizade. Ele era um Tom com raiva da Summer porque a Summer partiu o coração dele, a Summer queria outro, a Summer gostava mesmo de outro. Mas, como no filme, a vida real deu um final feliz para o Tom que depois de um coração partido conseguiu juntar seus pedacinhos e está feliz com a sua Autumn. E eu mesmo assim não consigo parar de pensar que, mesmo sendo descrita como uma Zooey Deschanel me tornei de alguma forma (mais uma vez) a megera da história. Porque eu sempre sou a má.

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Trocando reticências por um ponto final.

25 jan

 

Sabe quando aquela história está mais chata que música chata de carnaval e você não agüenta mais escutar as lamuria? Agora coloca essa história dentro de você, dentro da sua cabeça com uma voz irritante e que não sai dali nunca mais. Pois é, já deu o que tinha que dá e está na hora de matar o que está em coma. Vamos desligar os aparelhos que esse paciente não tem chance nenhuma de voltar a ter um sopro de esperança. Depois de quase três anos de enrolação chegou a hora de dizer ‘tiau’. E nem adianta dizer que a Ana da novela “A vida da gente” saiu do coma depois de seis anos e está aí, jogando tênis feliz e sem seqüelas. Novela é novela e assuntos mal resolvidos são assuntos mal resolvidos, chega uma hora que o ponto final grita por atenção, ele quer ser usado. E aqui estou eu, com corpo, alma e coração e muita razão torcendo loucamente para que esse ponto final chegue o mais rápido possível. O adeus é sempre difícil, mas essa angustia da eterna reticência é pior.

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21 jan

E lá estava você, lindo com sua calça jeans – a minha favorita -  e uma blusa verde. Sempre te achei lindo de vermelho, mas o verde lhe caiu muito bem. Você veio até a mim e sem eu esperar me beijou como antes. Então eu acordei e percebi que ainda sinto sua falta. (19.11.11)

11 jan

Quando ficou tão difícil seguir em frente? Não que antes fosse fácil, mas era diferente. Na verdade eu não sei bem o que está acontecendo então não sei bem lidar com isso, só sei que está incomodando sentir isso. E lá se vão quase três anos e eu ainda não consegui me livrar de você. Claro que quando eu era mais nova eu já senti isso, o algo parecido com isso: Eu achava que tinha encontrado o amor da minha vida e que um dia ele iria sentir o mesmo por mim. Todo esse sentimento durou longos quatro anos e era totalmente platônico, nunca se quer nos beijamos. Era um amor platônico e obsessivo, já que eu não ligava muito para os outros. Nesse meio tempo eu só me permiti me apaixonar por uma pessoa: meu primeiro beijo. E olha que bonito, ele gostava mesmo de mim e eu deixei passar por tolices ditas por terceiros. Mas a questão aqui não é essa, a questão é: por que eu não consigo me livrar de você? Eu não sou mais aquela tolinha de 12 anos e mesmo “tendo você na minha vida” me permiti gostar, me apaixonar e sofrer por outros – muitos outros. Mas eis que você sempre volta, o que eu sinto sempre volta e olha que eu já arrumei trocentas desculpas, mas nenhuma resposta. Já pensei que eu era uma maluca que estava obcecada por você, mas me apaixonei perdidamente por outro. Já pensei que você era só uma desculpa para me distrair quando eu estava fraca, sabe, sem ter em quem pensar… Lembrar. Já achei que você era meu destino por isso que sempre voltava, mas pensei melhor e deve ser porque ando vendo muitos filmes e séries assim, elas sabem como iludir alguém. Já pensei que era porque eu não conseguia te odiar, ficava com raiva às vezes – muitas vezes – mas passava, você sempre sabe fazer isso, esquecer porque eu estava brava. Eu já tentei fazer você me odiar, quem sabe você assim faria ou diria alguma coisa para me magoar, mas não funcionou. Já achei que faltava um ponto final nessa eterna reticência, mas acho que me falta coragem de fazer isso sozinha, e sempre fico esperando pelo seu “ponto final” e quando resolvo tentar sozinha você aparece. Não sei lidar com isso mais. Mas também não sei resolver isso. Eu queria uma resposta. Uma resposta sua. Um “não” ou “sim”, eu cansei desse “talvez” faz é tempo, mas sou covarde demais para correr disso. Eu nem sei como terminar esse texto porque não sei o que quero. Não posso negar que queria o seu “sim”, mas eu não vou me iludir com isso, acho que não damos certo, mas muita gente diz que combinamos. Poderia apelar para os sinais, mas não sou dessas. Poderia ir simplesmente te perguntar isso, mas sou covarde e aparentemente gosto de um drama. Mas posso te pedir um favor? Se nada disso mudar logo e um dia você ler isso poderia fazer o favor de me ajudar? Mas estou tentando fazer minha parte: estou tentado te esquecer, estou tentando te odiar de alguma forma, mas olha, ta difícil. (09.01.12)

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Ryan Gosling do dia.

10 jan

Primeiro Ryan Thomas Gosling do ano, como o amado Noah Calhoun de The Notebook. ♥

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Dois mil e doce

3 jan

E lá se foi mais um ano. Um ano meia boca, só para não falar depressivo, afinal até que não começou de todo mal para mim… Teve show da Kate Nash, eu passei na Monitoria de Vestuário de têxteis, passei enfim em Microbiologia e estava “in love with someone”. Mas depois parece que tudo começou a ficar triste e cansativo. Além de “broken heart” e a falta de vontade de sair de casa… Da cama, tudo parecia triste e sem graça. Eu me sentia cansada, triste e ALONE. Era uma depressão terrível e eu não via a hora do ano acabar! Se eu tivesse ao menos passado em Química Orgânica me sentiria menos pior. Mas eu tinha a esperança de um ano melhor. Eu tenho essa esperança dentro de mim ainda. Não me sentia assim desde 2008 – que não foi um ano ruim, só para constar. Bom, espero mesmo que 2012 seja um bom ano, que seja doce e feliz, diferente de 2011 que foi amargo e triste. Claro que tenho metas e vou fazer o possível para alcançá-las e dentre elas estão: Passar em Orgânica para me formar o mais rápido possível, na verdade acho que essa está no topo da minha lista, porque me formar é o mais importante agora, seguido é claro de Rica e famosa haha brinks – ou não. Claro, deixar a porta fechada para uma certa pessoa errada, ever.
Um ótimo 2012 para todos nós.

26 de maio de 2012.

24 nov

Essa é a data em que minha vida fará sentido novamente, pois a melhor banda do mundo irá se juntar para fazer um show lindo aqui na nossa cidade linda. Sim, falo de LOS HERMANOS se reunindo em uma mino tour como disse o Bruno Medina em seu blog semana passada. A data foi confirmada hoje.

Não creio que após quase 6 anos verei minha banda preferido junta novamente. Sim o último show que eu fui deles foi dia 09 de novembro de 2006 em um show promovido pelo DCE da minha querida e amada UFRRJ.

E como sempre eu digo para todos que ficam me zuando todos esses longos anos: A esperança é última que morre e um dia eles voltam de vez! Tenho fé! Porque uma vez hermaníaca, hermaníaca até morrer. LH ♥

 

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